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A polêmica sobre a Lei da Informática e os investimentos em P&D ganhou força após a divulgação do relatório gerado pela fiscalização da CGU (Controladoria Geral da União) à Suframa, onde foi constatado o usufruto indevido de incentivos por empresas que estavam em situação irregular e com o possível não pagamento da taxa destinada à pesquisa.

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Por: Delfim Furtado Campos

Com o apoio da Consul, até o dia 31 de março, mulheres acima de 18 anos, residentes em Manaus e que produzam e comercializem alimentos, podem se inscrever para a Seleção Empreendedoras 2017. Os critérios de enquadramento são: ter idade acima de 18 anos, possuir conhecimento na produção de alimento, já ter comercializado seus produtos pelo menos uma vez e contar com a renda máxima de um salário mínimo por pessoa da família.  Baixa escolaridade também fará parte do perfil social das selecionadas que receberam apoio.

Depois do processo seletivo, as eleitas receberão treinamentos e capacitações em gestão administrativa, financeira, marketing, vendas, recursos humanos, gestão da produção, sustentabilidade e gênero, o treinamento segue uma metodologia certificada pela Unesco, KMPG e Fundação Banco do Brasil.

Não há restrições quanto ao tipo de alimento produzido, mas será levado em consideração o que a empreendedora já tenha comercializado.

Também não há número pré-determinado de candidatas selecionadas, isso dependerá da análise das inscritas em conformidade com a demanda. Todos os treinamentos oferecidos pelo Consulado da Mulher – leia-se Consul – são gratuitos.

O formulário de inscrição para participar do processo seletivo está disponível no site www.consuladodamulher.org.br/inscricoes . A candidata deverá fazer o download, imprimi-lo, preenchê-lo e enviá-lo via e-mail para katia@consuladodamulher.org.br ou através dos Correios para o endereço Rua Torquato Tapajós, 7500 – bairro Colônia Terra Nova – CEP – 69093-415. Para esclarecimento de dúvidas e maiores informações, acesse o site: www.consuladodamulher.org.br

 O ano de 2016 registrou o menor volume de vendas desde 2001, quando teve início essa série histórica. A queda no varejo restrito nacional foi de 6,2%, superando as projeções feitas pelos economistas. Os números foram divulgados na última terça-feira (14), pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os dados revelam, ainda, queda de 10,06% no comércio varejista amazonense, colocando o Amazonas na quinta pior posição do país, abaixo da Bahia (-12,1%), Rondônia (-12,3%), Pará (-13,1%) e Amapá (-18,1%).

Diz o IBGE em nota: “A perda da renda real e o aumento de preços dos alimentos em domicílio, no mesmo período, foram os principais responsáveis pelo desempenho negativo do setor”.

Se cotejado com o mês anterior, dezembro ter registrou um aumento de 0,1%, o maior e o único índice positivo entre todas as demais unidades da Federação, já que a média nacional foi de -4,9%.

Diferentemente da queda no comercio varejista amazonense em 2016, o setor de duas rodas registrou crescimento. Em janeiro deste ano foram produzidas 81.646 motocicletas, um aumento de 7,5% em relação a igual período de 2016. Os dados foram divulgados pela Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares).

O aumento na produção pode ser um sinal de discreta melhora no cenário econômico nacional, apesar do índice alarmante de desempregados. Todas as esperanças estão depositadas nas medidas econômicas anunciadas pelo governo federal, que poderão restabelecer a confiança perdida do consumidor e, consequentemente, o retorno da empregabilidade.

Por outro lado, só no DI 1, mais de 20 imóveis entre galpões e áreas para armazenagem de produtos industriais, estão disponíveis para locação. Para a presidente do Sindimóveis-AM (Sindicato dos Corretores de Imóveis do Amazonas)entidade, Márcia Chagas, esse número reflete o atual momento econômico. “Existe sim a possibilidade de vermos mais empresas deixando o PIM, e empresas grandes. Percorrer as ruas do PIM é se deparar com galpões desocupados, às vezes lado a lado, um cenário bem diferente de outros tempos. Temos conhecimento de empresas que estão em processo de negociação, mas esses processos esbarram na questão de valores. O metro quadrado de alguns desses já chegou a valer R$ 36, hoje está em R$ 19 e caindo. Ainda assim, a crise impede que as empresas se sintam atraídas”, comenta. Além da falta de segurança do empresário, Márcia acrescenta a falta de regularização imobiliária.

É possível que a assinatura de um convênio para liberação de R$ 150 milhões em recursos destinados à requalificação viária dos DIs 1 e 2, assinada em dezembro e que pôs fim ao impasse entre a PMM (Prefeitura Municipal de Manaus) e a Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), contribua favoravelmente à reversão desse quadro.  As obras terão início no fim do período de chuvas na região (abril).

Os DIs 1, 2 e 3 hoje abrigam cerca de 500 empresas e aproximadamente  87 mil trabalhadores diretos

Pensando em todos os problemas de aprendizagem que afetam negativamente a vida escolar, familiar, social e psíquica de muitas crianças, adolescentes e jovens, causando sofrimento e perda de autoestima, há 10 anos o Cepedi (Centro Pedagógico de Estudo Dirigido) está atuando no atendimento a crianças e adolescentes de 3 a 18 anos, com transtorno de aprendizado, ou seja, alunos de inclusão social. Entre os quadros que podem levar a criança a dificuldades de aprendizagem estão algumas síndromes genéticas, como Síndrome de Down, Transtorno de Espectro Autista, Transtornos psiquiátricos, Deficiência Intelectual e Patologias Neurológicas diversas, inclusive o TDAH (Transtorno de Deficit de Atenção e Hiperatividade).

O Centro funciona das 8h às 18h em dois turnos, vespertino e matutino. Para se matricular na escola o investimento é de R$ 950,00 para o Ensino Fundamental e R$ 1.100,00 para o Ensino Médio. Os números de contatos são: 99141 0342 ou 3321 1222. Mais informações pelo site www.cepedieducacao.com, Facebook e Instagram da escola.

A polêmica sobre a Lei da Informática e os investimentos em P&D ganhou força após a divulgação do relatório gerado pela fiscalização da CGU (Controladoria Geral da União) à Suframa, onde foi constatado o usufruto indevido de incentivos por empresas que estavam em situação irregular e com o possível não pagamento da taxa destinada à pesquisa.

Para os empresários, a discussão quanto ao repasse dos recursos previstos pela Lei de Informática (composta pelas leis 8.248/91, 10.176/01, 11.077/04 e 13.023/14) precisa ser aprofundada e ainda envolver a situação dos demais Estados que também produzem bens e serviços de informática. De acordo com o presidente do Cieam (Centro da Indústria do Estado do Amazonas), Wilson Périco, a legislação relacionada à P&D abrange todo país e por isso, os demais Estados precisam ser fiscalizados quanto ao cumprimento da destinação dos investimentos em pesquisa.

Até o ano de 2029 as empresas do segmento de informática devem repassar 4% (regra geral) ou 3% (para os produtos literalmente de informática) do faturamento anual dos produtos incentivados, descontados os impostos de comercialização (ICMS, IPI, PIS e Cofins). Périco destaca, ainda, que dentre os demais Estados, somente o Amazonas, por meio da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus) tem o controle sobre as operações fiscais no segmento produtivo da informática, fato que levou a CGU a apontar deficiências na prestação de contas das empresas instaladas no PIM junto à Suframa.

Os dados foram divulgados em um relatório da controladoria nesta semana, onde apontam que empresas que se encontram em situação irregular usufruem incentivos indevidamente. O relatório abrange dados da Suframa dos anos 2005 a 2014.

FONTE: Jornal do Commercio

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Lucio
Bezerra

Manauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta Terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, sonhador e eterno aprendiz.

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