Nota 4 meses atrás

MAIS UM TENTO LAVRADO POR DURANGO DUARTE

Na última semana recebi a mais nova obra literária do autor, pronta e autografada, intitulada “José Osterne de Figueiredo – Um Grande Azarado ou um Assassino em Série?”. Tive o privilégio e a honra de escrever a orelha do referido livro e a responsabilidade, dividida com o amigo Kleber Paiva, de revisa-la …

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Há um ano este Blog entrevistou o empresário Durango Martins Duarte  (http://luciobezerra.com/entrevista-com-durango-duarte). Naquela oportunidade ele já havia publicado oito livros entre autorais e não autorais, todos disponíveis no site http://idd.org.br/instituto/durango-duarte-biografia.

Na última semana recebi a sua mais nova obra literária, pronta e autografada, intitulada “José Osterne de Figueiredo – Um Grande Azarado ou um Assassino em Série?”. Tive o privilégio e a honra de escrever a orelha do referido livro e a responsabilidade, dividida com o amigo Kleber Paiva, de revisa-la.

No final da década de 1960, Figueiredo tirou o sono de muitos meninos, inclusive o meu, revelação feita em crônica publicada neste Blog no ano passado ( http://luciobezerra.com/reminiscencias-figueiredo) , na categoria Reminiscência.

Caprichoso e perfeccionista com tudo o que se propõe realizar,  o novo livro de Durango resgata três casos de polícia ocorridos em Manaus, cujas suspeitas recaíram sobre a mesma pessoa, o cearense José Osterne de Figueiredo.    

Na orelha do supradito livro assim eu escrevi: […] “foi satanizado, mas, por falta de provas, foi absolvido. Se houve ou não excessos de destaque midiático, pressa em apontar culpados diante do apelo popular, amadorismo e despreparo no processo investigativo, precariedade nas perícias, vícios arraigados nas culturas das polícias brasileiras – como a prática da tortura -, desprezo a evidências e leniência das autoridades policiais na busca de culpados, isso caberá ao leitor julgar”. […]

De todos os casos de polícia ocorridos em Manaus, sem dúvida, esse é o mais emblemático. Portanto, […] “Deixar de ler esta obra não será um crime, mas um pecado sem perdão”.

Recomendo.

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sobre

Lucio
Bezerra

Manauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta Terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, sonhador e eterno aprendiz.

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