Nota 1 mês atrás

“Operação Acolhida – As Forças Armadas e a crise dos refugiados”

O livro traz várias entrevistas. São depoimentos humanitários de todos os envolvidos, que dão a dimensão da crise venezuelana e o drama dos nossos vizinhos.

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A escritora e Administradora Pública, formada pela Universidade do Amazonas (UEA), especializada em projetos pelo Project Manegement Institute (PMI) e Mestre em Engenharia de Processos pela Universidade do Pará (UFPA), Maria de Nazaré Lima de Menezes, lançará no dia 13 de setembro próximo, as 19h00min, no Teatro Manauara, Av. Mário Ypiranga, 1300 – Manauara Shopping, o livro “Operação Acolhida – As Forças Armadas e a crise dos refugiados”, um relato comovente do trabalho humanitário desenvolvido por militares das Forças Armadas brasileiras, organizações da sociedade civil, anônimos, empresários e igrejas, na fronteira do Brasil com a Venezuela.
Trata-se de uma obra literária independente, de cunho exclusivamente humanitário, sem qualquer vínculo ou viés político ideológico. O livro revela a verdade não dita pela mídia, constatada in loco, ao longo de 60 dias vividos pela autora em Boa Vista e na fronteira daquele estado brasileiro com a Venezuela.
Metade do valor arrecadado com a venda do livro – ao custo unitário de R$ 60,00 – será revertido em favor da Operação Acolhida das Forças Armadas. A outra metade se pretende investir na republicação da obra, posto que a escritora pensa que os brasileiros devam conhecer essa dramática realidade e, com isso, todos os demais estados brasileiros entrem em processo de interiorização e acolham os refugiados venezuelanos. Entende Maria Lima, ainda, que a continuar no ritmo atual, em breve a capital de Roraima atingirá o patamar do insuportável.
O livro traz várias entrevistas. São depoimentos humanitários de todos os envolvidos, que dão a dimensão da crise venezuelana e o drama dos nossos vizinhos, além de contar o início de tudo. No dia do evento será apresentado um documentário emocionante, além da exposição de fotos e acolhimento de autógrafos da autora.
“Estive lá por 60 dias, vi várias entidades envolvidas, são 23 ONGs, além da ACNUR – Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados-, igrejas católica e evangélica, anônimos, empresários, a incansável dedicação dos mórmons, enfim, foi o trabalho que lá é realizado e o seu caráter humanitário, que despertou a minha atenção”, disse a escritora.
A obra é reveladora, eu recomendo.

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sobre

Lucio
Bezerra

Manauara, criado na José Clemente, Rua integrante do mais famoso quadrilátero do planeta Terra. Torcedor do Fluminense, filho de Luiz e Joanna, canhoto, apreciador de vinho, cantor de banheiro, ex-atleta, ex-cabeludo, arremedo de poeta e escritor, sonhador e eterno aprendiz.

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